
Ficou pactuado que a cada sete dias os gestores se reunirão para avaliação do comportamento da doença e das fiscalizações.
Durante reunião com os prefeitos e o Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública (Coesp), o governador do Amapá, Waldez Góes, defendeu a vacinação dos profissionais da educação e anunciou a continuidade das medidas de proteção à vida e à economia, em decreto publicado nesta segunda-feira, 10, para enfrentamento à pandemia de covid-19.
Em ofício de 23 de abril, o governador Waldez Goes já havia oficializado à Comissão Intergestora Bipartite (CIB) a necessidade de pactuação para a vacinação dos profissionais da Educação.
Com os prefeitos, Góes avaliou o relatório epidemiológico dos últimos 15 dias e alinhou as medidas a serem adotadas, como, por exemplo, as aulas presenciais que permanecem suspensas na rede pública e privada de ensino, em todos os níveis, e tratou sobre a vacinação dos profissionais da educação.
Veja o decreto na integra clicando aqui
Para isso, as secretarias municipais de educação e as instituições privadas de ensino, deverão mobilizar os profissionais para preenchimento da ficha cadastral disponível no endereço nte.ap.gov.br/servidorseed. As informações servirão de base para o planejamento da vacinação para este público, critério fundamental para a retomada responsável e gradual das aulas presencias da rede estadual pública e privada.
“A vacinação é a prioridade, por isso estamos buscando garantir a imunização desses profissionais. Estamos na classificação moderada do risco da doença, mas não podemos baixar a retaguarda, os cuidados devem continuar para que possamos ter uma retomada gradual e segura das atividades”, disse Góes.
O Amapá ocupa a classificação laranja – que apresenta risco moderado de infecção do novo coronavírus – e o relatório epidemiológico apontou um crescimento de 0.2% na taxa de transmissão, o que acende um alerta para intensificar os cuidados e, assim, evitar que o estado avance na classificação, e seja necessário adotar medidas mais restritivas.
Com essa avaliação, Góes manteve as mesmas medidas de proteção à vida e à economia, como horário de funcionamento das atividades comerciais e do toque de recolher de 23 às 5h em novo decreto válido para os próximos 15 dias. Além disso, ficou pactuado que o grupo reunirá a cada sete dias para avaliação do comportamento da doença e das fiscalizações.
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